Resumo do mês:
Mais um mês positivo para os fundos de pensões portugueses (quarto mês consecutivo), principalmente devido ao bom desempenho das obrigações Taxa Fixa. Os mercados accionistas registaram um desempenho negativo, principalmente devido ao aumento das subidas da yiels das obrigações, à decisão da Standard Poor's em reduzir a qualidade da dívida em 22 Bancos americanos, à descida do preço do petróleo (na segunda quinzena) e também devido ao comportamento negativo do sector financeiro. Contudo, e apesar destes indicadores negativos, durante o mês de Junho existiram também indicadores positivos tais como, as vendas a retalho terem crescido 0,5% em Maio, a confiança dos consumidores ter também aumentado e ter-se também registado um aumento nos contratos de compra e venda de imóveis acima do previsto. O mercado nacional acompanhou o desempenho negativo das principais bolsas. No quadro económico, o desemprego da Zona Euro aumentou em Abril para 9,2%. Nos EUA o desemprego aumento em Maio para 9,4%, acima dos 8,9% em Abril, apesar de ter existido menor perda de emprego 345 mil empregos, em vez dos 520 mil previstos. Os PIB's dos EUA e do Japão contraíram 5,5% (previsto 4,7%) e 14,2%, respectivamente, no 1º trimestre de 2009. Segundo o BCE, a economia da Zona Euro deverá contrair entre 4% e 5,1% em 2009 e para 2010 estima-se que o PIB varie entre uma contracção de 1% e um crescimento 0,4%. Por outro lado, o FIM acredita que as economias dos paises desenvolvidos poderão regressar ao crescimento ainda este ano. No quadro monetário, o Banco Central Europeu, o Banco de Inglaterra e a Reserva Federal dos EUA mantiveram as taxas de juro. No mercado cambial, o Euro desvalorizou-se face à Libra Esterlina ganhando terreno em relação ao Dólar, Franco Suíço e ao Iene.
Resultados do mês:
A conjugação de índices seleccionados com a carteira do estudo SEMP, a 31 de Março de 2009, produz uma expectativa de retorno médio de +0,4% (efectivo) para os fundos pensões portugueses durante o mês em estudo. As Obrigações Taxa Fixa, foram o principal contributo positivo, representando estes activos cerca de 28% da carteira total.
Rentabilidades estimadas (não anualizadas):
+2,8% (Abril 2009), +0,8% (Maio 2009), +0,4% (Junho 2009), +4,1% (2º trimestre 2009) e +1,7% (6 meses até 30 de Junho de 2009)
Rentabilidades realizadas (não anualizadas):
-2,3% (1º trimestre 2009)
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